Uma moda que vem sendo colocada em prática, principalmente nos EUA, é a implantação de micro Chip na pele com variadas utilizações.
Uma delas tem sido utilizada por empresa americana para o controle de funcionários e acesso a locais restritos da firma. Outra forma tem sido utilizada por algumas casas de show, em que o micro chip serve para identificar seus clientes vips, facilitando-lhes a entrada e posterior pagamento.
Os microchips foram criados pela empresa VeriChip, filial da Applied Digital Solutions, de Palm Beach (Flórida), que em outubro de 2004 recebeu o consentimento da Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) para comercializar o produto.
John Procter, porta-voz da VeriChip, explicou que a companhia trabalha fundamentalmente com duas aplicações desta tecnologia: a identificação, como no caso da Citywatcher.com, e a utilização em hospitais. "É um aparelho muito útil em pacientes com dificuldades para se comunicar, como no caso de doentes de Alzheimer. Através de um scanner, é possível ter acesso a seu histórico médico", disse Procter.
A cápsula, que se insere sob a pele do braço ou sobre a mão através de uma seringa, contém um número de 16 dígitos que permite o acesso ao histórico médico do portador.
Este chip, segundo seus defensores, permitirá a hospitais, médicos e pacientes evitar erros ao fornecer informação precisa sobre cada paciente e sua condição de saúde.
O crescente uso de microchips de identificação implantados no corpo humano, que servem tanto para o controle de funcionários como para ter acesso ao histórico médico de seus portadores, tem gerado polêmica nos Estados Unidos. Várias associações de direitos civis protestaram contra o que consideram um passo adiante na invasão de privacidade dos trabalhadores, enquanto seus fabricantes insistem tratar-se de uma tecnologia avançada e de usos múltiplos.
Você aceitaria esse tipo de controle implantado em seu corpo?
SLRM.
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